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Advogar como uma pessoa física ou jurídica?

Por Contábil Cardinalli em segunda-feira, 30 de setembro de 2019 às 11:05

Você pode ser um advogado novato ou veterano, mas em algum momento já deve ter se perguntado em qual formato atuar, como pessoa jurídica ou física. A verdade é que nem todos sabem os benefícios de cada modalidade, e então escolher se torna algo complicado. Mas, hoje vamos explicar um pouco sobre as duas opções e apresentar uma novidade: a Sociedade Unipessoal.

Afinal, o que é uma Sociedade Unipessoal?

Muitos advogados autônomos pensam que o termo ‘pessoa jurídica’ é sinônimo de dor de cabeça. Mas, não é bem assim.

Quando falamos em sociedade, logo imaginamos um grupo de pessoas trabalhando juntas em determinada atividade econômica. E se eu te disser que é possível fazer isso com apenas um indivíduo? Pois é, a Sociedade Unipessoal de Advocacia é formada por uma pessoa que trabalha para produzir um serviço de interesse social. Dá só uma olhadinha nas vantagens de apostar nessa nova modalidade. 

Benefícios da Sociedade Unipessoal

Se economizar está no topo da sua lista, vale a pena dar uma olhada neste ponto. Com o sistema de sociedade unipessoal dá para reduzir impostos de uma forma inacreditável.

Taxas que, como pessoa física você precisaria pagar 27,5% sobre o valor total, passam a ser de 4,5 até 16,85%. E com o dinheiro poupado é possível criar novos investimentos!

Quando se é adepto ao formato, benefícios como aposentadoria, auxílio doença, e vários outros direitos lhe são assegurados. E você pode dormir tranquilo, pois a carga tributária para os advogados é menor.

Sem contar que em termos de formalização, quem possui um escritório ganha credibilidade com o cliente, podendo recebê-lo em um espaço próprio e confortável. 

Advogados autônomos

Em um cenário onde muitos só querem acordar com a certeza de que permanecem em um emprego, se tornar autônomo pode parecer um desafio.

O advogado autônomo é aquele que realiza o seu trabalho sem prestar contas para uma empresa ou escritório. Em outras palavras, ele não possui vínculo empregatício.

Primeiro de tudo, você detém controle sobre sua carreira e decide com quem trabalhar, quais escritórios ou advogados deseja realizar parcerias. 

O aprendizado e amadurecimento na área é inevitável, pois você aprenderá a desenvolver a gestão financeira do seu próprio negócio, tonando-se assim um profissional flexível, podendo desemprenhar trabalhos que advogados capacitados para apenas uma função não conseguirão.

O autônomo pode organizar sua carga horária da forma que lhe for mais conveniente. E ao economizar seu tempo, pode desenvolver mais projetos, cuidar da saúde, curtir a família e muito mais!

Mas atenção, advogado que optar por trabalhar como autônomo deve estar antenado nos procedimentos de Imposto de Renda Pessoa Física e andar em dia com suas obrigações fiscais, para evitar complicações no futuro.

Conclusão

 Quem opta pela sociedade unipessoal tem a liberdade de montar sua própria empresa da forma que lhe agradar mais. Se ele não tem planos de trabalhar em conjunto com sócios, é uma opção bem atrativa. O profissional consegue se esquivar de impostos, recolhe valores mais baixos e têm seu próprio espaço.

E não pense que só quem já atua na área pode se dar bem nesse novo formato. Essa é uma ótima oportunidade para os novatos começarem a empreender e ganharem experiência.

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